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Patrimonial
Na eficiência e excelência na execução dos serviços
atendemos às Normas Brasileiras de Contabilidade e suas Interpretações
Técnicas constituindo corpo de doutrina contábil que estabelece
regras de procedimentos técnicos a serem observadas quando da realização
de trabalhos; a qualidade, neste contexto, é medida pelo atendimento
das normas técnicas estabelecidas pelo Conselho
Federal de Contabilidade.
O Levantamento Contábil constitui-se no tratamento da base implantada no UNISPAT – Sistema de Controle Patrimonial para a devida análise das informações dos bens patrimoniais, padronização de históricos, individualização de bens contabilizados por totais, agrupamento de bens incorporados ao bem principal, etc., visando assim o melhor aproveitamento do trabalho. É realizada a revisão das descrições incompletas de cada item dentro do Sistema em uso pela UNISIS e verificação da correta alocação para o Centro de Custo.
LEVANTAMENTO FÍSICO
A UNISIS garante a performance competitiva na conclusão dos trabalhos, porque utiliza ferramentas de última geração tecnológica, competência técnica, experiência profissional e conhecimento em legislação específica de patrimônio.
Nesta etapa torna-se absolutamente essencial dentro de nossos procedimentos operacionais, identificando os bens inventariados através da fixação de etiquetas metálicas numeradas em tecnologia de códigos de barra, classificando-os por centro de custo, setor e localização. Apresentamos como principal diferencial especializado com as inspeções técnicas de campo inventário todas as dependências da empresa de forma automatizada com coletores Pocket PC.
O inventário de todos os bens patrimoniais existentes constitui-se, no emplaquetamento dos bens com etiquetas de códigos de barras, em locais visíveis e padronizadas independente da localização, natureza e espécie dos bens, cuja identificação tenha sido anteriormente convencionada e classificada por localização e centro de custo.
A descrição dos bens se dá de forma completa e detalhada constando de dados como n.º de patrimônio, fabricante, incorporações, marca, modelo, n.º de série, tipo, capacidade, dimensão, motorização, equipamentos periféricos, caracterização da parte elétrica, idade aparente, data de fabricação e outras características que se fizerem necessárias.
Terceira fase dos trabalhos, que envolve uma maior complexidade e metodologia corrente, pois se trata de conferência e conciliação das etapas anteriores, isto é, confronto entre a base contábil e a base física onde se resultou nas sobras contábeis e físicas. Por ocasião do levantamento físico são feitos paralelamente o cotejamento preliminar entre as características dos bens levantados fisicamente, e a relação de bens oriundos do levantamento contábil.
No caso de perfeita conciliação entre o físico e o contábil o bem é dado por definitivamente cotejado, alterando-se, se necessário, apenas alguns dados cadastrais, de modo a permitir melhor identificação de cada bem patrimonial.
Invariavelmente, ocorrem casos de inexistência física de bens que são contabilizados, ou vice-versa, sem que a auditoria possa identificá-los perfeitamente com os registros contábeis.
A primeira hipótese poderá ocorrer, por venda de bens sem a devida baixa nas contas do imobilizado, por obsolescência natural, por extravio, roubo, etc.
Após o cotejamento, temos um conjunto de bens que foram totalmente identificados fisicamente e contabilmente, um conjunto que são as sobras físicas (bens localizados fisicamente sem correspondente na contabilidade), outro conjunto que são as sobras contábeis (que é o inverso), e os bens a baixar.